segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NO MEU JARDIM

FLOR ESTRELA DE NATAL












Nome Científico: Scadoxus multiflorus

Sinonímia: Haemanthus multiflorus, 
Haemanthus tenuiflorus, Haemanthus katharinae
Nome Popular: Lírio-sangu-salmão, estrela-de-natal, 
coroa-imperial, diadema-real
Família: Amaryllidaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África
Ciclo de Vida: Anual

Como diz o nome, a estrela-de-natal é uma planta especial. 
Bulbosa, acorda no início do verão com uma inflorescência 
esférica composta por muitas flores pequenas e vermelhas. 
Presenteia-nos anunciando o Natal que se aproxima. 
Suas folhas são largas e levemente onduladas nas bordas. 
É uma planta bastante original, e fica muito bem em vasos 
ou em maciços e bordaduras.
Deve ser cultivada em substrato rico em matéria orgânica 
a meia-sombra, com umidade. Podemos tirar os bulbos após 
o final do ciclo para plantá-los no final do inverno ou deixá-los 
sob a terra. Multiplica-se através da divisão dos bulbos. 
Atenção, esta planta é considerada planta tóxica.
Este membro da família Amaryllidaceae recebeu este nome 
de Constantine Samuel Rafinesque em 1836. 
É encontrado na África do Sul, Suazilândia, Moçambique, 
Zimbabwe, Namíbia e Botswana, que crescem em solos bem 
drenados, com um pouco de água e sol. 
A inflorescência vai crescer até cinco centímetros de diâmetro, 
as folhas até 70 centímetros de comprimento. 
As flores são rosa.











Fonte do texto: 
Espécie endêmica do Brasil e muito comum na mata-atlântica, o Philodendron martianum Engl., popularmente conhecido como pacová ou babosa de árvore, só foi descrito cientificamente em 1899, pelo botânico Adolf Engler, criador do sistema homônimo de classificação botânica. O Pacová ocorre tanto em floresta densa quanto na vegetação de restinga, geralmente sob a copa de grandes árvores ou em formações rochosas protegidas pela floresta. 

Como acontece com outras espécies da família Araceae, a inflorescência é de importância secundária para o paisagismo, sendo a vistosidade de suas folhas o aspecto mais observados por criadores, botânicos, paisagistas e jardineiros. De caule curto, as folhas surgem a partir de pseudo-bulbos, geralmente individualmente. A parte superior das folhas é brilhante, dando a essa planta características ideais para sua utilização em quadros vivos, em jardins com pouca incidência solar, ou na decoração de interiores.








( Philodendron martianum )

Semi-herbácea, epífita e ascendente.

NOME CIENTÍFICO: Philodendron martianum.
NOME POPULAR: Pacová, babosa-de-pau, babosa-de-árvore.
SINONÍMIA: Philodendron cannaefolium.
FAMÍLIA: Araceae.
CICLO DE VIDA: Perene.
ORIGEM: Brasil.
PORTE: Até 1metro.
FOLHAS: Bastante decorativa, de cor verde escura, brilhantes. 
FLORES: Esporádica.
CAULE: Curto.
LUMINOSIDADE: Meia-sombra, aprecia bastante claridade mas não suporta luz direta do sol das 10h00 as 17h00. Está acostumada a nascer sob a sombra de outras árvores.
ÁGUA: Mantenha o solo sempre úmido, cuidado para não deixá-lo encharcado.
CLIMA: Aprecia clima quente, não suporta temperaturas muito baixas.
CULTIVO: Em substrato rico em matéria orgânica, que tenha boa drenagem e mantido sempre úmido.
UTILIZAÇÃO: Pode ser cultivada diretamente no solo, em vasos e jardineiras, por ser uma planta epífita ( nasce sobre outras plantas) pode também ser fixada em árvores.
PROPAGAÇÃO: Através de sementes e estacas (remova uma folha com um pouco de raiz)

Fonte texto:

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