sábado, 2 de novembro de 2013

Cozinhar é uma Arte

Arte na Cozinha

"De um lado a gastronomia cresce a cada dia, desperta o interesse de muitos jovens de se tornarem famosos chefes de cozinha, porém de outro lado, vemos que cada dia que passa temos menos donas de casa que cozinham para os seus familiares."


Devido a correria do dia a dia, quanto mais rápido, fácil, for a forma de se preparar uma refeição melhor, se for possível optar por comer fora de casa, melhor ainda. A mãe, dona de casa que antes tinha o papel de cuidar da casa, cozinhar, hoje ganha espaço no mercado de trabalho e essa tarefa é feita de outra forma. Restaurantes, fast foods, comida pronta e lanches são geralmente as opções escolhidas.

A comida “caseira” fica apenas para os fins de semana ou em alguns casos só na casa da vovó, não é mesmo?

Existe o lado bom e ruim dessa mudança no estilo de vida das famílias. Sem dúvida alguma a modernidade de hoje em dia trás inúmeros benefícios, mas não posso deixar de apontar que o hábito de deixar de comer com a família, de fazer refeições em um ambiente agitado, com alimentos ricos em gordura e açúcar está associado com alguns distúrbios alimentares.

“Cozinhar pode ser uma forma de descontrair, de relaxar, de se divertir ”
Por isso é preciso repensar o quanto “ganhamos e perdemos” com nossas escolhas. Acredito que o equilíbrio, o meio termo é uma ótima opção. Não abandone a cozinha, faça do ato de cozinhar uma terapia nos momentos possíveis e ganhe mais saúde e o amor de seus familiares.

Veja a seguir alguns benefícios de cozinhar:

Vínculo emocional

- A relação do alimento com a vida social é muito presente. O alimento une as pessoas, aproxima um amigo, uma familiar, um parente. Participar de refeições em conjunto, comemorar datas em torno de uma mesa, de servir alimentos para visitas, tudo isso é importante para criar e aumentar os vínculos.

- O ato de cozinhar é uma forma de promover uma reunião com sua família durante a refeição. Conhecer mais da vida do outro, trocar informações, ouvir e falar favorece as relações familiares.

- Quando você prepara um jantar romântico, você tem a proposta de agradar o outro, cuidar, fazer um agrado. A pessoa amada percebe o gesto e isso fortalece o relacionamento.

- Quem não se lembra do cheiro daquela canja que sua mãe preparava para você quando ficava doente? Ou daquele bolo de chocolate no fim de semana? São sensações que nunca esquecemos e que nos remete há um tempo bom de nossas vidas.

- Segundo uma pesquisa da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, publicada na revista Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, comer com a família pode ser uma das formas mais fáceis de evitar que adolescentes desenvolvam distúrbios alimentares e recorram a medidas extremas para controlar o próprio peso. De acordo com o estudo realizado, os distúrbios alimentares, se tornam mais comuns na passagem da adolescência para a vida adulta, e as refeições familiares podem ajudar a evitá-los.

Saudável 

- Se você prepara uma refeição existe uma confiança maior em relação à higiene e a procedência dos ingredientes utilizados, isto proporciona uma forma de prevenção contra doenças como toxiinfecções alimentares, contaminação por micro organismos.

- Os produtos industrializados têm uma grande quantidade de sódio, gordura, açúcar e aditivos alimentares presentes, necessários para conservação. Quanto mais natural for a comida que você for preparar, menos sódio e aditivos ela terá.

- Se você cozinha, pode escolher a forma de cocção das preparações e evitar o consumo de frituras, preferindo aos assados, grelhados e cozidos.

- Temperos naturais e ervas aromáticas, são ótimos para dar sabor as preparações e são excelentes opções, quem se arrisca na cozinha e tem criatividade geralmente utiliza estas especiarias e cria delícias.

Terapia

"Há quem diga que cozinhar é uma arte. 
Mas também pode ser um grande prazer.
Cozinhar pode ser uma forma de descontrair, 
de relaxar, de se divertir."

- Cozinhar é uma terapia que contribui para o bem-estar e o equilíbrio emocional. Cozinhar ouvindo as músicas preferidas, preparar a comida pensando nas pessoas que irão se alimentar, os elogios que irá receber, faz você distrair e se desligar dos seus problemas.

Ato de amor

- O cuidado e a atenção de quem cozinha são importantes. Para que haja esse cuidado e para que se possa alegrar a pessoa a quem se vai oferecer a comida, é preciso eliminar ou mudar o pensamento de que cozinhar é chato, de que é trabalhoso, etc. Mude o pensamento, lembre-se que além do próprio alimento, a pessoa vai absorver também o sentimento com que você fez a comida.

- Se você preparar o alimento com amor, surgirá nas pessoas o sentimento de fraternidade e de agradecimento por aquela comida. Experimente fazer com este intuito.

- Através da alimentação, as pessoas podem conhecer as Leis da Natureza, ser tocadas pela misteriosa força que a vida possui.

"Para aqueles que já apreciam o hábito de cozinhar,
não o percam, e para os que não gostam, descubra o bem que pode
fazer à você."

Coluna assinada por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet
formada pela Universidade Católica de Santos
CRN-3 14.113



Cozinhar é uma arte!

Preparar um prato, seja ele doce ou salgado, exige 
um tanto de criatividade e mais um bocado de curiosidade. 
Diria até que cozinhar é uma arte!

Você já parou para pensar em quantas receitas deliciosas e fáceis de fazer estão a nossa volta? E sempre nos perguntamos: “como não pensei nisso antes?”. São simplesmente fantásticas algumas ideias, como assar tomates recheados, colocar morangos em cubos de gelo ou até mesmo o simples leite batido com sorvete, que se torna um saboroso milk shake.





2 dicas simples e inteligentes 

para cozinhar sem desperdiçar.

Mantenha as panelas no centro da chama 
Quando estiver cozinhando, fique atento para que as panelas estejam bem no centro das chamas. Quando as labaredas sobem pela lateral da panela parte do calor é perdido, fazendo com que a comida demore mais de cozinhar e você gaste mais energia.

Ainda existe o risco de você queimar parte da comida ou presenciar um acidente, já que quando mal posicionada, a panela fica mais propensa a cair do fogão. Por isso, posicione corretamente a panela e evite esses riscos.

Tampe suas panelas enquanto cozinha
Parece obvio, não é? E é mesmo! 
Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita 
o calor que simplesmente se perderia no ar. 
Com isso você economiza gás e ainda garante que seu 
almoço ficará pronto mais cedo.

Outra boa idéia é cozinhar na panela de pressão. 
Acredite, dá pra fazer de tudo ali: feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc. 
É muito mais rápido e você pode economizar até 70% de gás.


Torta de abobrinha e palmito


- 1 abobrinha brasileira (aquela de cabeça) picada em cubos;
- 1 xícara de palmito picado em cubos;
- 1/2 xícara de ervilhas (utilizei as congeladas);
- 2 tomates sem semente picados;
- 1 cebola grande picada;

A esta combinação adicionei os 
seguintes ingredientes e reservei:

- 1 xícara de mussarela em cubos;
- 1 col. sopa de azeite;
- 1 col. sopa de manjericão fresco;
- 1 col. sopa de mostarda;
- sal e pimenta a gosto;

Em uma vasilha a parte bati com o batedor 
os seguintes ingredientes:

- 1 e 1/2 xícara de leite (usei desnatado);
- 1/2 xícara de óleo;
- 1/4 xícara de azeite;
- 3 ovos;
- 1 xícara chá de farinha de trigo;
- 1/2 xícara chá de maizena;
- 1 col. sopa de orégano seco;
- 1 col. sopa cheia de fermento para bolo;
- sal a gosto.

Juntei as duas misturas, e levei ao 
forno em uma forma de fundo removível 
untada e enfarinhada. 
Por cima polvilhei uma xícara de queijo 
mussarela ralado e deixei por mais ou 
menos 30 minutos ou até que a 
torta fique cozida e corada.

Fonte: Arte na Cozinha


Prepare ovos de uma forma saudável

Ele pode ser frito na água e o prato 
enriquecido com legumes
O ovo já foi considerado um inimigo da saúde 
do coração por aumenta
aumento de colesterol no sangue não é o colesterol 
ingerido através dos alimentos”, diz a nutricionista 
Fernanda Brunacci, da Equilibrium Consultoria em 
Nutrição e Bem Estar, de São Paulo. Na verdade, 
a maior parte do colesterol presente em nosso sangue 
é produzida pelo próprio organismo.
Segundo a especialista, o ovo merece entrar no 
cardápio por ser rico em proteínas que garantem 
o bom funcionamento do organismo, além de ser fonte 
das vitaminas A, D, E, K e do complexo B, e minerais 
como ferro, fósforo, manganês, potássio e ômega 3. 
Além disso, estudos indicam que esse alimento possui uma 
substância chamada lecitina, responsável por interferir 
na absorção do colesterol e impedir que ele seja 
captado pelo intestino, diminuindo os níveis de colesterol 
no sangue – exatamente o contrário do que se 
pensava antes.
Existem muitas maneiras de preparar um ovo 
que deixam o prato ainda mais saudável, sem 
prejudicar a dieta. Confira o que nutricionistas 
recomendam: 


Prefira o ovo cozido 
“Preparar o alimento cozido elimina as gorduras 
prejudiciais à saúde presentes no ovo frito”, 
explica a nutricionista Fabiana Marangoni, do Spa Fazenda 
Igaratá. Além disso, ele é menos calórico – um ovo 
frito tem em média 107 calorias, enquanto o cozido 
tem apenas 75. O ovo cru também não é recomendado, 
pois é meio de contaminação da bactéria Salmonela. 
“Quando submetemos o ovo ao calor, essa bactéria não 
sobrevive, eliminando o risco”, diz a nutricionista. 

Acrescente ovos à salada 
Ao acrescentar ovos à salada, enriquecemos o prato 
com uma fonte de proteínas e ainda tornamos a 
experiência de comer salada mais saborosa – 
afinal, é muito comum as pessoas torcerem o nariz 
para os vegetais. 
O ovo dá um sabor a mais ao prato. 


Use água para fritar
Ao pensar em fritura, logo vem à cabeça óleos e manteiga 
– que deixam a preparação mais gordurosa e menos saudável. 
Até mesmo os óleos vegetais, como os de soja, milho, girassol, 
oliva e linhaça, não são bem-vindos na frigideira. 
“Quando submetidos a muito calor, esses óleos se 
transformam em gordura trans, perdendo todos os 
benefícios que possuem”, explica a nutricionista 
Fernanda Brunacci.

Mas a nutricionista dá uma alternativa: em vez de 
usar óleo, manteiga ou margarina para fritar o ovo, 
use água! “Coloque metade de um dedo de água na 
frigideira e, quando começar a ferver, quebre o ovo e 
frite do jeito normal”, conta Fabiana.

Fritando o ovo dessa forma, as calorias dele voltam 
as 75 iniciais, equivalentes às calorias do ovo cozido. 

Acrescente legumes
Nada melhor do que rechear a sua omelete com tomate, 
cebola, cenoura, abobrinha, chuchu e tantas outras 
opções de legumes fatiados ou ralados. 
Essa é uma ótima forma de deixar a sua omelete mais 
saudável e rica em nutrientes.

Omelete Marguerita

omelete marguerita (foto acima) é a base de atum. 
Se você não gostar, o ingrediente por ser substituído 
por chester, salame, frango, presunto etc. 
Outra variação, mais leve, é a omelete de cogumelos. 
Espero que você se delicie com elas.

Omelete marguerita
Ingredientes
3 ovos
½ tomate cortado em cubinhos
3 colheres (sopa) milho
50g queijo mussarela em cubinhos
2 colheres (sopa) de atum
1 colher (sopa) de azeite
Sal a gosto

Preparo
– Bata bem os ovos
– Coloque-os na frigideira já untada com azeite. 
Vire a frigideira sobre a chama com movimentos circulares, 
para espalhar bem a mistura de ovos
– Quando começar a fritar as bordas, espalhe o ovo 
com uma escumadeira de modo que o que estiver no centro, 
escorra para as bordas e frite também
– Coloque o sal a gosto. Sacuda a frigideira sobre o fogo 
para a omelete não grudar. Não espere a parte de cima 
endurecer
– Assim que o fundo estiver começando a dourar e 
ficar firme, vire a omelete. Quando o outro lado estiver 
dourado, retire com o auxílio de uma espátula
– Salpique a omelete com o tomate, a mussarela, o atum 
e o milho e sirva (se preferir, dê uma refogada rápida nesses ingredientes – retire apenas o queijo – antes de colocá-los 
sobre a omelete

Omelete de cogumelos
Ingredientes
3/4 de xícara de cogumelos frescos fatiados ou 
em conserva escorridos (120 g)
2 ovos
3 claras
1 colher (sopa) de água
1/4 de colher (chá) de sal
1/4 de colher de (chá) de pimenta-do-reino
1/2 colher (chá) de azeite de oliva
4 colheres (sopa) de queijo mussarela ou prato light ralado
2 colheres (sopa) de cebolinha verde fatiada

Preparo
– Aqueça em fogo médio uma frigideira antiaderente 
untada com um fio de azeite de oliva
– Junte o cogumelo e cozinhe, enquanto mexe, por 3 minutos. Transfira para um prato
– Limpe a frigideira com papel toalha
– À parte, bata os ovos junto com as claras, a água, o sal e a 
pimenta
– Retorne a frigideira ao fogo médio e aqueça o azeite
– Adicione o ovo batido e deixe cozinhar por 2 minutos
– Vá levantando as bordas para espalhar o ovo e cozinhar 
por igual
– Salpique o queijo e o cogumelo por cima
– Com uma espátula, feche a omelete ao meio
– Reduza o fogo e deixe cozinhar por 1 minutos de cada
lado até assar por igual e derreter o queijo
– Salpique cebolinha verde

Omelete assada 

Em vez de fritar a omelete, você pode fazê-la assada, 
eliminando a gordura do óleo ou da manteiga que seria 
usada para fritá-la. A mesma mistura da omelete que seria 
frita pode ser disposta em uma assadeira untada e enfarinhada, 
ou então em uma assadeira antiaderente, e colocada no forno para assar.

Cuidados com a conservação

Ao comprar os ovos, o ideal é guardá-los sempre 
fora das embalagens de papelão, dentro da 
geladeira e, preferencialmente, na prateleira superior, 
que é a área mais refrigerada. 
“Dessa forma, não há risco de contaminação”, 
explica a nutricionista Fabiana Marangoni.

Também é importante lavar os ovos apenas no 
momento em que for usá-los, e não assim que 
chegar do mercado, pois a limpeza destruirá a camada 
que os protege contra bactérias, deixando-os mais 
suscetíveis à contaminação. 

Receita campeã 

Uma receita de omelete deliciosa, cheia de nutrientes 
e que cabe na dieta – são só 110 k cal por porção, sendo 
que a receita rende duas porções. Confira:

Ingredientes :
2 ovos 1 fatia fina de queijo minas light
½ unidade de tomate não muito maduro
Orégano a gosto
1 colher (chá) de óleo de canola

Modo de preparo 
Pique o queijo e o tomate em cubos pequenos e reserve. 
Bata os ovos juntamente com o orégano e, depois de batido, acrescente o queijo e o tomate. 
Numa frigideira para panqueca anti-aderente, coloque 
o óleo de canola e espalhe com uma espátula. 
Adicione a mistura da omelete e aguarde em fogo 
baixo até cozinhar. Vire a omelete e deixe dourar. 
Servir em seguida. 

Como fazer ovos cozidos em formato de coração



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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

TIPOS DE QUEIJOS

Queijos

QUEIJO ASIAGO: 
Queijo italiano com textura aerada e casca acetina quando jovem, o asiago tem duas variações: o pressato e o d´Allevo. O primeiro é elaborado com leite integral e curado por 20 a 30 dias, que resulta num queijo com gosto adocicado. Já o outro, passa por um lento processo de maturação. Depois de dois anos em maturação, adquire um sabor mais forte.

QUEIJO AZEITÃO: 
Queijo de origem portuguesa pequeno e cremoso, com alto teor de umidade, produzido com leite de ovelha. É um queijo de pasta mole, com alguns olhos, de cor amarelo-ráfia, muito «amanteigado», de sabor e aroma semelhante ao queijo da Serra, embora seja um pouco mais ácido (característico).

QUEIJO BLUE: 
Tipo de queijo de massa meio dura, de maturação por fungos. Fabricado, geralmente, com leite homogeneizado. Na verdade uma família de queijos de bolores azuis, cremosos ou esfarelados, de sabor picante e aroma forte. Entre as variedades as mais populares são o Roquefort, Gorgonzola, azul de Maytag, e Stilton.

QUEIJO BRIE: 
De origem francesa, o queijo Brie é fabricado no Brasil, com a mesma tecnologia do queijo Camembert, ficando as diferenças mais por conta do formato do que das propriedades organolépticas. É um queijo de massa macia e quebradiça, maturado externamente por Penicillium Candidun, que lhe confere sua característica casca branca aveludada. Por isso também é conhecido como queijo de mofo branco. Em geral, produzidos em processos manuais, a partir de pequenas quantidades de leite, apresentam-se normalmente em forma de triângulos ou em formas cilíndricas de 1 Kilo. O ponto ideal para ser consumido apresenta-se entre 25 e 40 dias após sua fabricação. Com essa maturação terá adquirido sua massa cremosa e seu característico sabor.

QUEIJO BLEU VERCORS: 
Queijo francês . Fabricado com leite de vaca, sabor leve, aroma de amêndoas. Pasta semi-mole.

QUEIJO CACIOCAVALLO: 
De origem italiana, era feito inicialmente com leite de jumenta e consistia em um dos principais alimentos para o povo nômade. Resulta de uma coalhada emersa em água muito quente, que transforma a massa numa pasta elástica. Consistência dura. O Queijo Cáccio Cavalo possui a mesma massa e sabor semelhante ao do queijo provolone. A diferença está na preparação: é utilizado um leite mais magro. O nome “Caccio Cavallo” é resultado do processo de secagem: os queijos são amarrados aos pares por um barbante e pendurados numa vara de madeira “a cavallo” para secar.

QUEIJO CAMEMBERT
Pasta mole, casca aveludada, fabricado com leite de vaca, sabor intenso, levemente picante, e textura suave. Casca de cor branca. Também de origem francesa, o Camembert é um queijo de presença crescente no Brasil. Sua produção é feita a partir de pequenos volumes de leite com cuidados bastante artesanais. Geralmente se apresentam em formas cilíndricas pequenas. Depois de enformados, os queijos são pulverizados externamente por Penicillium Candidum e são mantidos em câmaras, sobre prateleiras adequadas (com fios de aço inox ou alumínio). Após 6 ou 7 dias começa a aparecer uma fina camada de mofo branco. Os queijos então são virados cuidadosamente, para que o mofo cresça homogêneo por toda a superfície. Após 12 dias em média, podem então ser embalados em papel especial de alumínio, que mantêm intacta sua aveludada superfície branca.

QUEIJO CANTAL: 
Queijo de origem francesa ( Auvergne) com massa compacta, semidura, não é cozida e é prensada 2 vezes. Há 3 versões: fermier, coopérative e industriel. Quando jovem é bem suave e, já amadurecido, traz sabor intenso. Feito com leite de vaca não-pasteurizado, tem formato de tambor e pesa cerca de 45 kg. É seco e enfarinhado, além de escurecer com o tempo. Leva de 3 a 6 meses para maturar. Com cerca de 45% de gordura, o cantal com affinage* (maturação) de 6 meses tem casca natural, amarelo escura, manchas vermelhas e tons de laranja.


*Affinage: 
o queijo passa por uma sala fria, úmida e escura; é virado e esfregado 2 vezes por semana por pelo menos 30 dias após a fabricação.

QUEIJO CHEDDAR: O queijo Cheddar é originário da Inglaterra, muito popular em países de língua inglesa como Estados Unidos, Canadá e Austrália. No Brasil é mais encontrado sob a forma de queijo processado fundido (feito a partir de queijo cheddar). O tradicional é duro, prensado, tem formato de tambor, com cerca de 28 kg e é amarrado com uma bandagem para garantir casca boa e dura, de cor marrom acinzentada. Seu interior é amarelo-ouro, que escurece de acordo com o envelhecimento do queijo. O sabor começa suave, com toque de nozes, geralmente com leve traço de sal. Sofre maturação de 6 a 18 meses. Quando envelhece, o sabor de nozes fica mais forte e ganha uma picante acidez. Feito de leite de vaca, contém cerca de 48% de gordura. Tem típica coloração amarelo alaranjado, consistência fina, quase pastosa quando prensado entre os dedos e sabor ligeiramente ácido ou cítrico. Quando usado para o processamento de queijo fundido (transformado depois em fatias por ex.), deve ter maturação mínima de 2 meses. Como queijo para consumo, sua maturação deve ser de 4 meses. No Brasil são mais encontradas as versões de queijo processado sabor cheddar, em fatias prontas para uso. Outra versão do queijo cheddar comercializada no Brasil é o queijo Colby.

QUEIJO COALHO: 
Também conhecido como queijo de coalho, trata-se de um produto de origem e tradição do nordeste brasileiro. Queijo branco com sabor levemente ácido, sua característica que o faz tão apreciado em todo país, está no fato de ser um queijo que quando assado não derrete, ficando tostado.

QUEIJO COTTAGE: 
O queijo Cottage é um queijo muito popular nos Estados Unidos e recentemente sua oferta e consumo vêm aumentando no Brasil. Consiste basicamente em grãos da coalhada, imersos em uma mistura de creme e sal. Seu sabor é ligeiramente ácido e salgado. Em geral são apresentados em potes plásticos sanitizados e duram de 2 a 3 semanas sob refrigeração. Destinam-se a consumo puro ou acompanhando frutas e saladas, aqui são indicados em dietas de baixas calorias.

QUEIJO CREAM CHEESE: 
O Cream cheese é um queijo muito consumido na Inglaterra, EUA e toda Europa e vem tendo penetração crescente no mercado brasileiro. Trata-se de um queijo untuoso mas firme, espalhável, com alto teor de creme de leite que se obtem da centrifugação da coalhada. Pode ser natural ou adicionado de sabores. É usado em sanduíches, em patês ou como ingrediente para o cheese cake.

QUEIJO CROTTIN CHAVIGNOL: 
 De origem francesa, produzido a partir do leite cru da cabra de raça alpina. Deve ser consumido fresco. Paladar amendoado, acentuado, porém não picante, e pasta quebradiça. Apresenta-se normalmente coberto de ervas.

QUEIJO EDAM: 
Trata-se de um queijo de massa semidura, holandês, produzido em várias regiões a partir de leite de vaca gordo ou semidesnatado, com formato esférico (prensado na forma de uma bola) e peso médio de 1,5 kg. A casca é pouco percebida, coberta com uma cera vermelha. O ideal é consumir o edam jovem quando sua textura é ainda flexível (evite os queijos borrachudos). O sabor adocicado e suave lembra nozes. O edam revestido com cera preta significa que foi maturado por pelo menos 17 semanas.

QUEIJO EMMENTAL: 
Produzido com leite de vaca, pasta cozida e prensada, sabor suave, levemente adocicado, massa com buracos, casca escovada e dura. Pertence ao grupo que no Brasil genericamente chamamos de queijos suiços. Os queijos Emental mais comuns pesam ao redor de 70 kilos podendo pesar até 130 Kilos. É um queijo semi duro, de longa maturação de sabor ligeiramente adocicado e frutado, com grandes e numerosas olhaduras, uniformes e brilhantes.Hoje já são encontrados emental de 12 kg e até de 1,5 kg, através de avanços nos processos produtivos. São denominados baby emental. Destinam-se a consumo puro, em sanduíches, tábuas de queijo e gratinados. É o queijo ideal para a preparação da Fondue, prato típico suiço em que o queijo derrete em fogo lento misturado com vinho e é apreciado acompanhado de pão italiano que deve ser mergulhado no delicioso queijo derretido.

QUEIJO ESTEPE: 
Originário das estepes russas, este queijo é fabricado a partir do leite de vaca. Apresenta uma textura semi-dura e massa semi-cozida, de cor amarelo-palha, com sabor frutado ligeiramente doce. Geralmente é consumido puro ou em molhos 4 queijos. Por ter uma textura fatiável, serve para compor sanduíches e aperitivos.

QUEIJO FETA: 
Produto grego tradicional que se faz misturando leite de cabra e de ovelha. Tem um gosto excepcional, uma bonita cor branca e tem baixos níveis de gordura. O queijo feta é colocado em recipientes de madeira ou plástico para maturar. A maturação faz-se em duas fases. Primeiro o queijo tem que ficar 15 dias sob condições de temperatura e humidade controladas. A segunda fase tem lugar em refrigeradores com uma temperatura estável e tem uma duração superior a 30 dias. O uso de conservantes não é permitido na rodução deste queijo. Os gregos adoram-no e faz parte da sua alimentação diária. O feta é servido a acompanhar refeições e também usado na preparação de diversos pratos. É óptimo nas saladas de Verão juntamente com tomate e pepino, cebola e oregãos. As tartes de queijo, de diferentes formas, feitas com massa folhada, têm o queijo feta como base. Ktipiti, um prato feito com pimentos quentes e feta, é uma deliciosa entrada para acompanhar com ouzo nos dias quentes de Verão. O feta é também usado para fazer lulas fritas (calamares) ou filetes de peixe estufados.

QUEIJO FUNDIDO: 
Os queijos Fundidos surgiram dos esforços que alemães e suiços fizeram para encontrar uma forma de exportar queijos para países de clima quente. Em 1911, a empresa suiça Gerber encontrou a solução, aquecendo queijos emental e gruyére com citrato de sódio, composto que facilita a fusão. Nasceram assim, os queijos fundidos. Os queijos fundidos são uma mistura balanceada de diversos tipos de queijos, adicionados ou não de água, manteiga, ou creme, além de saborizantes que permitem que sejam oferecidos em várias versões. No Brasil, os queijos fundidos usam estepe ou cheddar como base e que propiciam uma variedade de produtos que dispensam refrigeração. Em geral há dois tipos de queijos fundidos: queijos fundidos em blocos e queijos fundidos cremosos. São comercializados em fatias, porções, em copos (quando espalháveis) ou em versões pré-preradas para fondue.


QUEIJO GORGONZOLA: 
O queijo Gorgonzola é de origem italiana e caracteriza-se por maturação com Penicillium roqueforti, que confere aos queijos seus veios azulados. Por isso, faz parte da família dos queijos Azuis ou queijos de mofo azul. Os gorgonzolas brasileiros em geral são cilíndricos e pesam ao redor de 3 Kilos. São apresentadas também versões já fracionadas. Apresentam massa úmida com veios azuis esverdeados, textura macia, um pouco pastosa e quebradiça. Têm sabor pronunciado e característico, ligeiramente salgado. Seu ponto ideal de maturação é ao redor de 45 dias após a fabricação, quando já perdeu um certo sabor amargo típico do início da maturação.

QUEIJO GOUDA: 
Massa firme e prensada, textura lisa com pequenos buracos, sabor de avelã. O queijo Gouda, conhecido mundialmente, é de origem holandesa. No Brasil é um queijo produzido de forma similar ao queijo prato, mas tem caractrísticas típicas como massa mais untuosa, sabor suave ligeiramente adocicado, textura macia e casca fina. Pode ter olhaduras ou ser de massa fechada. Em geral têm formato cilíndrico e pesam de 2 a 3 kilos. Seu acabamento pode ser em solucão de magenta ou parafinado.

QUEIJO GRUYÉRE: 
De origem suíça (copiado em todo o mundo), o queijo gruyère é menor que o emmenthal e os buracos são pequenos e em menor quantidade. Seu sabor é mais forte do que o emmenthal e sua textura mais cremosa. É fabricado com leite cru de vaca e cada peça tem de 20 kg a 45 kg. A casca natural é dura, seca e de cor castanho-ferrugem. A textura do queijo é ligeiramente granulosa, densa e compacta (ao mesmo tempo é flexível). Esta densidade é a responsável pela sua excelente capacidade de derreter ao gratinar. Este queijo apresenta um sabor bem complexo: no primeiro momento, frutado, mas em seguida percebe-se um sabor de nozes. O queijo gruyère tem coloração amarela, um pouco mais escura que a do emmenthal.

QUEIJO MAASDAM: 
O Queijo “MAASDAM” é caracterizado pela presença de grandes buracos, ideal para sanduíches e aperitivos, bem como na culinária, podendo ser usado no preparo de “fondue”, gratinado e outros. A receita original foi desenvolvida na cidade de “MAASDAM” HOLANDA, que batizou com o mesmo nome este queijo tão especial e saboroso.

QUEIJO MASCARPONE: 
A textura cremosa e homogênea faz com que o mascarpone, tecnicamente, não seja considerado um queijo por alguns especialistas. É fabricado de maneira semelhante a um iogurte e tem alto teor de gordura. O queijo, que é original da região Sul da Itália, é usado para preparar molhos e sobremesas, como o famoso doce tiramissu.

QUEIJO MINAS FRESCAL: 
É um dos queijos mais populares do Brasil. O queijo Minas Frescal tem alto teor de umidade, massa branca, consistência mole, textura fechada com algumas olhaduras irregulares, sabor suave a levemente ácido. É obtido da simples coagulação do leite com ácido láctico ou fermento. Sua produção é disseminada e por isso tem considerável variação no padrão. Tradicionalmente é comercializado em formas de meio kilo ou em formas de 3 kilos, que são vendidas fracionadas. É um queijo fresco, sem nenhuma maturação e apresenta uma validade curta (até 20 dias). É também conhecido como queijo branco, queijo Minas ou frescal. Hoje, formas mais modernas de produção preparam o minas frescal através da ultrafiltração, processo que confere à massa uma textura mais sólida e fechada e uma validade maior, além de um padrão uniforme de sabor. Podem pesar cerca de 3 kilos, 500g, 250g e até 65 g. Apresentam-se em formas ou em potes plásticos.

QUEIJO MINAS PADRÃO: 
Trata-se provavelmente de um dos queijos brasileiros mais antigos. Estima-se que sua fabricação tenha se inicado no século XIX, no Estado de Minas Gerais. É um queijo macio, porém mais seco e firme, de coloração interna branco-creme e casca fina amarelada. Esta casca se forma nos primeiros 10 dias de maturação. Apresenta um sabor pronunciado, ligeiramente ácido com algumas olhaduras irregulares. Seu formato é cilíndrico e seu peso varia entre 800g a 1,2 kilos. É também conhecido como Minas Curado ou Minas Prensado. Existem outros queijos de características similares porém feitos a partir de leite cru, conhecidos como queijo do Serro, da Canastra e queijo de coalho.

QUEIJO MORBIER: 
Morbier é um queijo de origem francesa, da massa lavada, consistência macia, sabor suave, textura fechada e que apresenta em seu interior uma linha formada de carvão vegetal, produzida durante o processo de enformagem.

QUEIJO MUSSARELA: 
Originário das províncias de Salermo e Castela (Itália). Conforme legislação brasileira poderá se adotar as denominações: mussarela, mozzarella ou muçarela. Sendo a grafia “mussarela” a mais empregada ( leia nosso artigo sobre o assunto em matérias anteriores). A Mussarela antigamente só era fabricada a partir de leite de búfala. Hoje dada a sua grande aplicação culinária, é fabricada a partir de leite de vaca. Em italiano se chama mozzarella mas, para nós, a boa mussarela é provavelmente o mais conhecido e popular entre os queijos do país europeu, sendo o queijo mais fabricado e consumido no Brasil. Há várias tecnologias para sua produção, por isso são encontradas em diferentes variações. Sua massa é esbranquiçada, firme e filante. Seu sabor é ligeiramente ácido e salgado e seu derretimento é facil. Em geral seu formato é retangular de 500g, 2 e 3 kilos. Também encontrado também nos formato de bolinha, palito e nozinho, para consumo puro.

QUEIJO PARMESÃO: 
A origem do parmesão é no Vale do Rio Pó, uma das mais tradicionais na fabricação de queijos na Itália. Sua textura é firme e o sabor forte. No Brasil, é muito utilizado na forma ralada para acompanhar massas. Na Itália o queijo é conhecido como Grana, Parmegiano-Reggiano ou Grana Padano e é maturado de 1 a 3 anos, quando se torna macio e quebradiço. No período da maturação os queijos devem ser virados a cada 3 dias nas primeiras semanas e a cada 7 dias durante o resto da cura. No Brasil, em geral é feito em formas cilíndricas altas e pesam entre 4 e 7 kilos. A massa é amarelo palha e seus sabor é picante. Em geral são maturados apenas por 6 meses embora hoje já se fabrique no Brasil queijo tipo grana, com 12 meses de maturação. Boa parte da produção de parmesão é destinada à ralação, forma de amplo uso.

QUEIJO PECORINO: 
Pecorino é o nome genérico que se dá aos queijos feitos exclusivamente com queijo de ovelha. De origem italiana, tem características específicas dependendo da região e da forma como é produzido (os diferentes tamanhos dos grânulos, o tempo de maturação, o tipo de leite empregado e as misturas de leite). Trata-se de um queijo com boa capacidade de conservação. Há o pecorino fresco, o semicurado, o doce e o pepato (com adicão de pimenta). À medida que o queijo fica mais curado, é usado para ralar. As variações mais famosas são o Pecorino Romano, o Sardo e o Toscano.

Pecorino Romano

Da região de Lazio e Sardenha, trata-se de um queijo duro produzido com leite cru de ovelha, tem a forma de um tambor pesando de 22 kg a 33 kg. A casca é dura e lisa e tem uma cor que varia com a idade do queijo, começando pelo palha, passando pelo amarelo-claro até o castanho-escuro. A textura do queijo é granulosa. Demora de 8 a 10 meses para maturar, período que desenvolve seu sabor: salgado e picante, que se torna cada vez mais robusto à medida que se torna mais maduro.

Pecorino Sardo

Da região da Sardenha, é feito com leite cru de ovelha. Menor que o romano, tem forma cilíndrica e pesa de 1 kg a 4 kg. A casca é dura e lisa e sua cor varia com a idade, começando pelo palha até o castanho-avermelhado-escuro. A textura é granulosa e o sabor é de nozes e ervas. Há dois tipos de pecorino sardo, o doce (maturado de 20 a 60 dias, pesa de 1 kg a 2 kg e tem a massa branca e firme), com sabor delicado e não picante, e o maduro (maturado por até 1 ano), que é mais duro, seco e com textura bem granulosa. Seu sabor é salgado e picante.

Pecorino Toscano

Da região da Toscana, trata-se de um queijo duro produzido com leite cru de ovelha, tem forma cilíndrica e pesa de 1 kg a 3 kg. A casca varia do palha até o castanho, podendo chegar ao preto (pecorino toscano crosta nero). Entre os pecorinos é o menor e o que tem maturação mais rápida. Quando jovem, o pecorino toscano é frutado, aromático, com textura flexível e sabor de nozes e caramelo.

QUEIJO PETIT-SUISSE: 
Um dos queijos macios preferidos pelos franceses, foi inventado no século 19 por Charles Gervais, um trabalhador suíço em uma leiteria de queijo da Normandia. Tem geralmente forma redonda ou cilíndrica e são feitos de leite de vaca pasteurizado, se apresentando normalmente na forma de pasta. Petit-Suisse tem uma mistura do sabor doce e salgado, e forma deliciosas combinações com frutas, mel e cereais. Este queijo é usado também como a base de diversos desserts franceses tradicionais. O índice da gordura é aproximadamente de 40 %.

QUEIJO PRATO: 
O queijo Prato é um dos queijos mais populares do Brasil. Foi introduzido na década de 20, na região do sul de Minas, através de imigrantes dinamarqueses. As origens do queijo Prato remontam, portanto, aos queijos Dambo e Tybo (dinamarqueses) e Gouda (holandês). No Brasil sua tecnologia foi adaptada às condições locais, o que explica as diferenças de sabor e textura observadas em relação aos queijos que lhe deram origem. Enquanto aqueles se apresentam sempre com textura mais aberta, com olhaduras regulares e pequenas, o Prato pode ser encontrado tanto com olhaduras regulares ou irregulares como também completamente fechado. Além disso, é largamente utilizado para o consumo indireto, em sanduíches por exemplo. Trata-se de um queijo de massa semi-cozida (40 a 42ºC) e lavada, o que explica sua consistência macia e sabor suave. A fatiabilidade deve ser um de suas características principais. O rendimento da fabricação se situa por volta de 9,5 a 10 litros de leite por quilo de queijo. Os queijos Lanche, Estepe, Bola e Cobocó são considerados variedades do queijo Prato, basicamente diferenciando-se pelo formato.

QUEIJO PROVOLONE: 
O queijo Provolone é originou-se na Itália, onde é encontrado em diversos tamanhos com sabor variando do picante ao doce. É um dos queijos mais conhecidos no mundo inteiro. No Brasil em geral é produzido em formas cilíndricas e o peso varia de 500 g a 100Kg, originando apresentações fracionadas de diversos diâmetros. Sua consistência é semidura, textura fechada e filante. Seu sabor ligeiramente picante, acentua-se com a maturação. Os queijos provolone são amarrados com cordas ou redes sintéticas e secam pendurados. Depois são defumados até se obter a cor desejada da casca.

QUEIJO REINO: 
Supõe-se que que o queijo Reino tenha se originado no queijo edam holandês, que era importado do reino de Portugal para o Brasil. É um queijo firme, bem mais seco e de sabor acentuado. Deve ser curado por no mínimo 2 meses. Durante a maturação o queijo deve ser virado costantemente e a casca deve ser tratada com salmoura durante 2 a 3 semanas. Em geral é produzido em formas cilíndricas ao redor de 1,5kg e embalado na tradicional lata metálica, da mesma forma em que atravessavam o oceano em navios. Destinam-se a consumo puro, em sanduíches ou em receitas culinárias, especialmente no Nordeste e no Rio de Janeiro, onde seu consumo cresce nas festas de São João e no Natal.

QUEIJO REQUEIJÃO: 
O requeijão é um queijo tipicamente brasileiro. À massa da coalhada são acrescentados creme de leite, água e sais fundentes. Pode se apresentar de 2 formas: cremoso ou de corte. São envasados ainda a quente. Tem coloração branca, tem sabor suave e lácteo. O tradicional Catupiry é uma forma de requeijão (Marca) e as versões cremosas em copo, são muito populares no Brasil. São largamente consumidos na forma espalhável ou em aplicações culinárias.

QUEIJO RICOTA: 
A ricota, que é de origem italiana, é obtida a partir da acidificação do soro do leite, rico em albumina e lactoglobulina que se precipitam e formam a massa. Nas ricotas para fins culinários, pode-se acrescentar creme de leite à massa. Sua textura é leve e granulosa e tem alta digestibilidade. Pode ser defumada ou condimentada.

QUEIJO ROQUEFORT: 
É produzido com leite de ovelha não-pasteurizado ao qual é adicionado o mofo penicillium roqueforti. A umidade e a quantidade de ar no local de maturação, necessárias para que o mofo se desenvolva no queijo, são rigorosamente controladas. Originário da região de Rouergue, França, tem forma cilíndrica e pesa de 2 kg a 3 kg. A casca é pegajosa de cor marfim bem clara e a textura é macia, com um aroma característico e sabor que pode ser mais ou menos picante de acordo com o grau de maturação.

QUEIJO SAINT PAULIN: 
O queijo Saint Paulin é de origem francesa, primeiramente produzido por monges trapistas. É um queijo de massa amarela, muito macia, untuosa e fechada, de sabor suave e sem acidez. Sua casca fina, amarelada, se forma com tratamento com água, salmoura e pequena dose de urucum. Pode ter acabamento de resina plástica ou parafina.

QUEIJO SERPA: 
De origem protuguesa, produzido no Alentejo, com leite de ovelha, muito rico no aroma e sabor. Quando está fresco é muito gorduroso. Após dois anos, conservado em ambiente fresco, torna-se rijo e seco.

QUEIJO TILSIT: 
O queijo Tilsit é de origem alemã, da cidade prussiana de Tilsit e tem algumas similaridades com os queijos holandeses semi duros e de massa lavada, introduzidos por imigrantes, no século XIX. Sua textura é aberta, sua massa amarela, com pequenas olhaduras, seu sabor é suave, puxado ao sabor das sementes de “kummel” (erva doce) que são adicionadas a sua massa. Em geral é produzido em formas cilíndridas de 1,5 a 2 kilos.

Fonte: meuspratosnacozinha